Decidindo a profissão: o caminho do autoconhecimento

Conheço pessoas que tem um bom nível de autoconhecimento e sabem exatamente a que vieram – pouquíssimas na verdade. Infelizmente, uma grande parte das pessoas não dá a devida importância para este processo e esbarra em situações que podem comprometer seu futuro – isso mesmo, sem exageros!

Decidir qual profissão seguir é muito importante para o futuro de qualquer pessoa que sonha com sucesso profissional e impacta diretamente na sua carreira. Aliás, carreira e profissão NÃO é “tudo a mesma coisa”. Sugiro a leitura do texto que fala sobre a diferença no site Guia do Estudante, deixei o link no final do post. E se você quer saber mais sobre profissões e carreira, o site traz informações valiosas para você. #ficaadica

Muitas pessoas esbarram na famosa pergunta feita por entrevistadores em processos de seleção de emprego: “Quais são seus pontos fortes e seus pontos fracos?”. Com essa pergunta, o recrutador quer saber mais sobre sua personalidade. Mas deixando os processos seletivos de lado, já que não é assunto do post, vou explicar como não ter o mínimo de autoconhecimento, o leva a “tropeçar” no caminho da escolha do curso.

Quando ingressei no curso de engenharia – falo de engenharia porque é curso que faço e posso falar com propriedade – a sala de aula era bem cheia. Aproximadamente uns 80 alunos. Já nas primeiras provas do primeiro bimestre, metade dos alunos simplesmente desapareceu – sim, eu estou falando do primeiro bimestre do primeiro período. Já nas primeiras aulas você ouve o “zum zum zum” de que as aulas estão muito difíceis, de que é coisa de outro mundo, que o professor não da aula direito e blá blá blá…

Realmente o curso não é fácil, mas no primeiro período você não cursa matérias específicas da sua área. No caso da engenharia, por exemplo, subentende-se que o aluno já tenha facilidade com matérias como matemática (básica) e física. Mas não é isso que acontece. Quando você pergunta o motivo que levou a pessoa a se inscrever no curso, na maioria das vezes a resposta é: um “engenheiro ganha bem”, “não aguento mais ganhar pouco”, etc. Não estou de forma nenhuma dizendo que você não pode ter o sonho de ganhar muito dinheiro com sua profissão. O que estou dizendo é que este não pode ser o motivo principal na hora de escolher o seu curso. Se você fizer o que não gosta, as chances de, mesmo ganhando muito dinheiro, ficar frustrado, são gigantescas.

Então, o primeiro passo para tomar a decisão, começa pelo autoconhecimento seguido de uma pesquisa. Depois de tirar uns momentos para refletir sobre quem você é, fazer anotações sobre o que você gosta de fazer, você deve pesquisar os cursos relacionados. Se você fez um teste vocacional, sugiro que comece pesquisando as profissões sugeridas no teste.

Em seguida, saiba tudo sobre o curso, instituição onde é ofertado, localização e estrutura da instituição de ensino. E se você acredita que depois disso você ainda não tem certeza se quer gastar de 4 a 5 anos da sua vida nisso, faça um curso de curta duração relacionado à área, ou ainda um curso técnico, se houver. A UFMG realiza uma “Mostra de Profissões”, mas procure saber mais a respeito de outra instituição pública ou privada que seja do seu interesse na sua região. Você encontra as ementas dos cursos nos sites das faculdades, procure saber as disciplinas que vai encarar no curso e se tem a ver com você.

Lembre-se que o caminho do autoconhecimento ajuda você a elevar sua autoestima e desejar sempre nada menos do que você merece: SER FELIZ na escolha da sua profissão.

As dicas de hoje foram: Site Guia do Estudante, Mostra de Profissões. E se você deseja uma boa leitura a respeito do tema: “O guia definitivo propósito de vida prospere vivendo a vida que você nasceu para viver”.

Conheça mais sobre o guia

Guia do Estudante

Mostra de Profissões

Caderno do Eu

O que achou desse post? Curtiu? Então deixe seu comentário para que esse trabalho continue…

 

Muito Obrigada,

 

Até a próxima!

Autor: Mariana de Jesus

Muitas pessoas me perguntam sobre minha experiência acadêmica e como decidir com confiança em qual área ingressar. É um pouco assustador, mas com dicas simples e as informações certas é possível sim descobrir sua vocação e o mais importante, decidir segui-la. Já fiz cursos técnicos, cursos de complementares de longa e curta duração, presenciais e à distância. Atualmente, me graduando em Engenharia Elétrica.

11 comentários em “Decidindo a profissão: o caminho do autoconhecimento”

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